VIVER NUMA CASA FLUTUANTE: UM GUIA PARA INICIANTES

Quando éramos crianças, a ideia de passar umas noites num sítio completamente diferente era sempre inebriante. Uma tenda? Um hotel? Um barco? Vamos! Agora que somos adultos, diríamos que ainda é fácil romantizarmos a ideia de viver numa casa flutuante, rodeados pela serenidade da água e a presença constante, ainda que discreta, do horizonte, um bocadinho desligados do mundo, como se estivéssemos na nossa própria ilha. Além disso, com as alterações climáticas, a habitação em barcos pode vir a ser uma alternativa muito procurada. No entanto, como qualquer forma de habitação, há considerações práticas a ser levadas em conta e uma preparação a fazer. Afinal de contas, esta não é, sob nenhum aspecto, uma casa típica. Neste guia para iniciantes, partilhamos consigo as 7 coisas que tem que saber antes de embarcar nesta aventura.

1 - Pondere a localização

A escolha da localização de uma casa flutuante é fundamental. As opções variam entre marinas situadas em áreas urbanas a canais - como acontece, por exemplo, nos Países Baixos - e enseadas isoladas em ambientes recônditos.

Quando escolher o local da sua casa flutuante, considere aspectos como a proximidade em relação aos serviços (supermercados, hospitais e escolas, no caso de ter filhos), a regulamentação local e as condições climáticas (certifique-se de que a região não é propensa a tempestades e a inundações).

2 - Estrutura e manutenção

As casas flutuantes podem variar entre simples barcos com os interiores convertidos e verdadeiras casas sobre a água, como as que ilustram este livro de ideias. É essencial entender a estrutura e as necessidades de manutenção destas casas. O material de construção pode ser madeira, fibra de vidro ou metal. Cada um deles tem vantagens e desvantagens em termos de durabilidade e custo.

Lembramos, ainda, que são necessárias inspecções frequentes para garantir a integridade estrutural da casa. Verifique flutuadores, as ancoragens e o sistema de controlo de lastro. Prepare-se para a eventualidade de reparações subaquáticas, que exigirão mão de obra e ferramentas especializadas.

3 - Estabilidade e segurança

A estabilidade e a segurança de uma casa flutuante são primordiais. Aposte num bom sistema de controlo de lastro para manter a casa estável, mesmo em condições de vento ou ondas, e utilize ancoragens adequadas para evitar que a casa se desloque involuntariamente. Defina um plano de emergência claro e acessível para situações como tempestades ou falhas estruturais.

4 - Recursos

Viver numa casa flutuante requer uma gestão cuidadosa dos recursos, especialmente da água, electricidade e esgoto. No que ao fornecimento de água concerne, é recomendável a instalação de um sistema eficiente de colecta e armazenamento. Há quem opte pela dessanilização, enquanto outros utilizam água doce armazenada.

A respeito da energia eléctrica, muitas casas flutuantes usam painéis solares, geradores ou as próprias conexões de rede eléctrica das marinas.

Por fim, mas não menos importante, o tratamento de esgoto, essencial para evitar a poluição da água. Informe-se sobre as melhores práticas e regulamentações locais.

5 - A vida num barco

A vida numa casa flutuante é única e proporciona uma série de desafios e prazeres distintos: o espaço tende a ser mais limitado, o que exige um melhor planeamento, organização e maximização do uso de espaços multifuncionais. As tarefas diárias podem passar a incluir a manutenção da casa e uma melhor e mais atenta gestão de recursos, o que se repercutirá, inevitavelmente, num estilo de vida mais activo e consciente. De um ponto de vista da vida em comunidade, é de realçar que muitas marinas têm comunidades vibrantes e internacionais, o que sustenta um estilo de vida com mais apoio, segurança e uma vida social rica.

6 - Custo

O custo de uma casa flutuante pode variar significativamente, até porque o design destas casas tem vindo a evoluir de forma substancial. Independentemente disso, os custos envolvidos abrangerão sempre o custo de compra e manutenção, as taxas de marina (que podem ou não incluir serviços) e o seguro (que pode ser caro, mas é indispensável).

7 - Aspectos legais e administrativos

É crucial estar ciente dos aspectos legais e administrativos envolvidos. Verifique se a sua casa flutuante precisa de ser registada ou licenciada pelas autoridades marítimas locais e informe-se sobre os apostos aplicáveis. Se estiver ancorado numa marina, reveja o contrato para entender as suas responsabilidades e direitos.

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